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PROJETOS


Projeto “Novas Cartas Portuguesas 40 anos depois” (PTDC/CLE-LLI/110473/2009)

Data de início: Apr/2011

Equipa:
Coordenação Geral do Projecto
Ana Luísa Amaral (Univ.Porto)

Equipa de Investigação
- Adriana Bebiano (Univ. Coimbra)
- Alexandra Moreira da Silva (Univ. Porto)
- Ana Cristina Assis (Univ. Porto)
- Ana Gabriela Macedo (Univ. Minho)
- Ana Margarida Martins (Univ. Cambridge)
- Ana Paula Tavares (Univ. Nova de Lisboa)
- Anna M. Klobucka (Univ. Massachusetts)
- Cacilda Lopes (Univ. Porto)
- Catherine Dumas (Univ. Paris III-Sorbonne Nouvelle)
- Chatarina Edfeldt (Univ. Dalarna)
- Deolinda Adão (Univ. Berkeley)
- Elena Losada (Univ. Barcelona)
- Hilary Owen (Univ. Manchester)
- Jorge Fernandes da Silveira (Univ. Federal do Rio de Janeiro)
- Livia Apa (Univ. Napoli)
- Lúcia Dal Farra (Univ. São Paulo)
- Luís Filipe Costa (Univ. Porto)
- Lurdes Gonçalves (Univ. Porto)
- Maria Fernanda Henriques (Univ. Évora)
- Marinela Freitas (Univ. Porto)
- Marta Mascarenhas (Univ. Porto)
- Roberto Vecchi (Univ. Bologna)
- Teresa Pinheiro (Univ. Chemnitz)

Consultores
- Gabriela Moita (Instituto de Serviço Social do Porto)
- Isabel Allegro de Magalhães (Univ. Nova de Lisboa)
- Maria de Fátima Oliveira (Univ. Porto)
- Maria do Céu da Cunha Rêgo (Instituto Europeu para a Igualdade de Género)
- Maria Irene Ramalho (Univ. Coimbra; Univ. Madison, Wisc.)
- Maria José Moutinho (Univ. Porto)
- Rosi Braidotti (Univ. Utrecht)


Página Web:
http://www.novascartasnovas.com

Descrição:

Publicado em Portugal, em 1972, o livro Novas Cartas Portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, marca um ponto de viragem tanto na literatura portuguesa como no contexto político e social do Estado Novo. Depois da apreensão do livro e do processo judicial instaurado às três autoras – “as Três Marias”, como ficaram conhecidas na altura – Novas Cartas Portuguesas foram imediatamente traduzidas na Europa e nos Estados Unidos da América, no meio de uma onda de apoio internacional de proporções inimagináveis.

Desde então, o livro está traduzido para mais de dez línguas e é atualmente ensinado em várias universidades na Europa e no continente americano, sendo objecto de investigação, de dissertações académicas e de tributos artísticos. Contudo, e apesar da sua significativa repercussão nos anos 70, a verdadeira importância de Novas Cartas Portuguesas está ainda por reconhecer, uma vez que o livro tem sido frequentemente treslido e tomado erradamente por uma visão historicamente datada da sociedade ou por um manifesto feminista desatualizado. No entanto, as questões levantadas por Novas Cartas Portuguesas, como, por exemplo, a discriminação, a feminização da pobreza, a liberdade de expressão (questões que subjazem à própria ideia de democracia), continuam por responder na sociedade contemporânea.

Assim, o projeto de investigação internacional “Novas Cartas Portuguesas 40 Anos Depois” tem por objetivo criar uma rede transcultural que dê conta da investigação desenvolvida em Portugal e em vários países ocidentais nos últimos quarenta anos em torno do livro escrito pelas Três Marias. Para isso, o projeto conta com uma equipa internacional de 25 investigadores para mapear a receção de Novas Cartas Portuguesas nos seguintes países ou áreas geográficas onde o livro foi traduzido ou teve receção expressiva: Alemanha, Brasil, Canadá, Espanha, Estados Unidos da América, França, Holanda, Inglaterra, Irlanda, Itália, Macau, Suécia, Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Países Sul-Americanos de Língua Espanhola.

Para mais informações, consulte o sítio oficial do projeto: www.novascartasnovas.com


Projeto ativo

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